gestão de opmes

O manuseio e gestão de OPMEs em sua distribuidora é seguro?

O setor de OPMEs é sempre um grande desafio, seja para empresas e instituições, seja para os gestores.

São muitos os processos para controlar as etapas na sua gestão e por isso possui um orçamento elevado, com a necessidade da busca constante pela eficiência.

Para garantir a segurança na gestão de OPMEs na distribuidora, é preciso ficar atento a alguns aspectos, a exemplo de como funciona a gestão de dispositivos médicos implantáveis, que envolve um grande número de produtos e uma complexa rede de suprimentos.

Entenda como funciona a gestão de OPMEs

São mais de 1,5 milhões de itens, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), classificados em cerca de 10 mil categorias distintas, sendo que cada uma delas demanda um tipo de comercialização, conforme suas características.

Alguns casos, como marca-passos e próteses ortopédicas implantáveis, exigem uma série de cuidados que vão do armazenamento ao transporte de equipamentos e instrumentos essenciais para a sua implantação.

Mas a performance dos produtos não é a única preocupação. O preparo do corpo técnico que irá manejá-los também e um ponto que merece destaque. É necessário garantir que esses profissionais sejam capacitados para lidar com os dispositivos de maneira segura, sendo treinados também para que possam oferecer uma assistência pós-cirúrgica especializada.

Juntamente com as questões acima, há também o aspecto a ser considerado quanto à durabilidade dos implantes no corpo do paciente, considerando que a gestão, muitas vezes, é concluída na hora da cirurgia.

Para isso, consideramos 3 fatores que interferem no momento de garantir que o dispositivo não perca a sua utilidade, assim como também não acabe gerando sofrimento ao paciente em caso de cirurgias de refações de operações, aumentando os custos.

Quem está envolvido na gestão de OPMEs?

No que compreende à gestão de OPMEs, há alguns responsáveis envolvidos no processo, cada um com sua especialidade e habilidade distinta:

  • Fabricante: que deve possuir o certificado de Boas Práticas de Fabricação emitido pela Anvisa, além das certificações da matéria-prima do implante e da qualidade no processo (conforme as normas da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas) e seguir todos os regulamentos técnicos descritos na Resolução RDC 16/2013, emitida pelo Ministério da Saúde.
  • Distribuidor: precisa preencher os requisitos da resolução quanto ao armazenamento e à administração dos materiais, mão de obra especializada, transporte e distribuição do produto adequados.
  • Hospital: precisa conter as funções específicas na gestão dos dispositivos, como cumprir a legislação vigente para o armazenamento e rastreabilidade do que for utilizado nos procedimentos hospitalares, esterilização de implantes e instrumentais necessários para implantação dos mesmos, gestão de equipamentos em comodato, controle de infecção hospitalar que impacta profundamente nas cirurgias de re-operações e troca de implantes.
  • Médico: tem responsabilidade sobre o procedimento médico-cirúrgico, carregando uma série de outras exigências necessitadas por cada material.
  • Pagador: é responsável pelo pagamento, com controles éticos e legais que garantam a transparência dessa etapa, evitando operação ilícita.

Como garantir uma gestão de OPMEs eficiente?

Para otimizar a gestão e fornecimentos de OPMEs, podemos destacar 2 ações importantes:

  • Uso de um software especializado

Um software que atenda rigorosamente às normas da Anvisa é um grande aliado na busca da eficiência na gestão e fornecimento de OPMEs. Esse recurso pode ajudar as distribuidoras de OPMEs no que diz respeito ao controle pleno do estoque por meio de uma nomenclatura bem feita, por exemplo.

Nesse aspecto, a Visto Sistemas oferece ferramentas que auxiliam nesse controle para otimização de tempo, recurso financeiro, agilidade e eficiência.

  • Auditoria em OPME

O setor de OPME é responsável por grande impacto na parte financeira em uma instituição de saúde e por isso exige certa atenção dos gestores.

Por esse motivo, realizar auditorias periódicas nas OPMEs é um recurso cauteloso e inteligente para controlar a eficiência da gestão e mensurar os resultados.

Entre os benefícios de uma auditoria eficiente em OPME, podemos citar o fato de os gestores terem, em mãos, dados para que possam executar suas funções com excelência, além de mensurar os processos do setor para garantir a estabilidade financeira de toda a instituição, ajustando suas ações sempre que necessário de maneira assertiva, e trazer mais credibilidade e transparência aos colaboradores, fornecedores, parceiros e clientes.

Vale destacar que a gestão deve sempre equilibrar a qualidade com a viabilidade econômica, em busca de soluções inovadoras para oferecer um crescimento harmonioso.

Garantir a gestão eficiente de OPME é um desafio para as instituições e seus gestores e para que isso ocorra nas empresas, é necessário o constante aperfeiçoamento de conhecimentos técnicos e desenvolver segurança no que está sendo realizado.

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